quinta-feira, junho 16, 2016

Ando tão em falta comigo

Pouco escrevo no blog. Remonto meu passado como de praxe faço - nostálgica que sou - e me deparo com uma garota que adorava escrever versos, dissertar sobre a vida, filosofar, observar o comportamento humano. A leitura e os filmes eram mais intensos; eu absorvia mais da história, da literatura e tantas coisas mais que aguçavam minha natural e espontânea curiosidade.

Hoje me encontro mais cansada. Em hábitos falidos e em uma rotina insossa, intelectualmente falando. Embora eu possa assumir a culpa no trabalho, já que escrevo praticamente o dia inteiro, ou então nos estudos, já que felizmente sigo estudando, ainda me faltam os estudos pessoais, aqueles que me interessam sempre e me fazem de certa forma mover o mundo e o meu próprio.

Creio que todos nós somos um pouco cientistas. E as minhas ciências foram deixadas de lado e, de repente, eu as quis retomar. Essa minha sede por conhecer vários mundos e me aprofundar em novos assuntos adormeceu sem eu saber como nem porquê.

A reflexão é um bom gatilho para o sacolejo. Hora de renovar os hábitos, ressuscitar os velhos bons comportamentos. E aqui finalizo, em um texto sem imagem, porque, vamos observar os tempos, estamos tão saturados de imagem. Nem sempre precisamos delas.

quarta-feira, junho 01, 2016

Eu ainda não falei de Seal


Depois de falar de tantos artistas da música que admiro, canções e clipes que eu curto, a lista realmente é extensa, mas esse cantor, quem me conhece sabe que não pode ficar de fora do Mercuriosidade.

A verdade é que eu adiei muito esse momento, mas sabia que ele ia acontecer. Aproveitei o embalo de reler o blog, pra escrever sobre o cantor mais incrível dos últimos tempos, o inglês Seal. Minha paixão pelo seu trabalho nasceu no final da infância, ouvindo um CD que a minha querida tia tinha dele. Era o seu segundo lançamento, e eu simplesmente fiz dele a minha casa. Ouvia toda hora, conhecia todas as letras, enfim, é um caso de amor eterno.